quinta-feira, 20 de março de 2008
Ai vida!
Hoje eu vim aqui para reclamar da vida. É, eu estou um pouco fula da vida porque a minha não está andando muito bem. O meu único consolo é que meus pais não me deixam cair na m****. Veja só: eu estou extremamente acima do peso e com ligeira dificuldade de emagrecer, sem emprego, sem ânimo, sem ter o que fazer com o dia (tá, isso se arruma... vai invetar o que fazer todo dia para passar o tempo?)... Eu sinto como se a minha vida estivesse passando e eu não estou fazendo nada com ela... como se a minha existência fosse nula. É, um dia a sorte muda... eu sei, mas quando? Eu vou ter de penar mais quanto tempo até me ver de volta aos trilhos, com uma boa rotina de trabalho e lazer? Se a gente pudesse responder essas e outras perguntas... seria uma mão na roda. Talvez a gente até sofresse menos com o tal do "inesperado". Esse cara pega a gente numa surpresa FDP e arrasa com tudo, muda tudo, te deixa triste... ihhh, é um horror!!! Eu não gosto desse tipo de surpresa não. Eu gosto do diferente, do exotico, por assim dizer, mas surpresas que modificam tudo de uma maneira não muito agradavél... acho que ninguém gosta. Mas, pensa bem, se tudo fosse sempre certinho, se a gente não tivesse nenhum motivo para reclamar, ... nenhumzinho, nem do vizinho que fala alto demais quando você quer dormir... seria uma monotonia só a vida. Mas convenhamos que a inércia também não é bom. O ideal é o equilibrio. Um pouco de certinho e um pouco de reclamaçãozinhas... de vez enquando um "de repente", ou uma surtada, para fazer tudo valaer mais a pena. A nossa hora de mudar de vida chega, mas ela não cai do céu. A gente é que tem que mostrar para ela o caminho que a gente quer que ela siga. Se ela for obediente, vai te escutar e ... seremos felizes para sempre, até que viremos estrelinha... mas isso é assunto para uma outra reflexão.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Um desabafo chateado
"Nome é apenas uma identificação. A verdadeira inteligência e a competência do ser humano está em suas ações."
Eu mesma criei esta frase. Acredito mesmo no que ela diz porque já vi na realidade o que isso quer dizer. Explico. Um nome famoso, conhecido não necessariamente indica que ali está uma pessoa cujo perfil se encaixa nas exigências do mercado de trabalho moderno. Segundo os donos de oportunidades, o nome te abre portas único e exclusivamente por causa do nome, não importando muito que tipo de trabalhador o ser daquele nome é ou seria. Então, acha-se mais justo, dar chance a aqueles Silvas, Oliveiras ou Santos. E ai, como o nome fica? Desempregado... mas com nome! E pior ainda, é obrigado a enfrentar comentários maldoso, que certamente existem. Dizem que se há o nome, como está reclamando de desemprego?
Sigo a mesma linha de raciocínio quando penso a respeito do famigerado nepotismo. É claro que como tudo na vida, para isto é preciso haver limites. Mas, covenhamos, é um tanto quanto ridículo impedir pessoas sérias de trabalharem por causa de um laço de parentesco. Repito: é ridículo impedir que pessoas SÉRIAS de trabalharem por causa de laço de parentesco. Infelizmente nao Brasil as pessoas acham que o "jetinho" é mais importante do que o bom funcionamento de um orgão ou instituição. É o tal negócio: tanto faz comer caviar ou rabada. Vai tudo acabar em b***.
Enquanto isso, continuamos procurando e recebendo respostas do tipo que pressõem o nome abrir todas as portas e janelas ou simplemente a indiferença do silêncio. Mas desistir??Só quando receber o chamado.
Eu mesma criei esta frase. Acredito mesmo no que ela diz porque já vi na realidade o que isso quer dizer. Explico. Um nome famoso, conhecido não necessariamente indica que ali está uma pessoa cujo perfil se encaixa nas exigências do mercado de trabalho moderno. Segundo os donos de oportunidades, o nome te abre portas único e exclusivamente por causa do nome, não importando muito que tipo de trabalhador o ser daquele nome é ou seria. Então, acha-se mais justo, dar chance a aqueles Silvas, Oliveiras ou Santos. E ai, como o nome fica? Desempregado... mas com nome! E pior ainda, é obrigado a enfrentar comentários maldoso, que certamente existem. Dizem que se há o nome, como está reclamando de desemprego?
Sigo a mesma linha de raciocínio quando penso a respeito do famigerado nepotismo. É claro que como tudo na vida, para isto é preciso haver limites. Mas, covenhamos, é um tanto quanto ridículo impedir pessoas sérias de trabalharem por causa de um laço de parentesco. Repito: é ridículo impedir que pessoas SÉRIAS de trabalharem por causa de laço de parentesco. Infelizmente nao Brasil as pessoas acham que o "jetinho" é mais importante do que o bom funcionamento de um orgão ou instituição. É o tal negócio: tanto faz comer caviar ou rabada. Vai tudo acabar em b***.
Enquanto isso, continuamos procurando e recebendo respostas do tipo que pressõem o nome abrir todas as portas e janelas ou simplemente a indiferença do silêncio. Mas desistir??Só quando receber o chamado.
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